Cume - Escalando Montanhas

13/03/2007

tyra banks_hilltop majestic

Arquivado em: Zona Musical, One Sweet Day, Forward for your love — hilltop @ 00:10
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Retratos e Canções
Ivete Sangalo

Hoje eu me peguei
Pensando em você
Te amo e nem sei como eu amo (coisas do amor)
Quero não lembrar
Que, ás vezes, sem querer
Me apanho falando em você
Lembranças de nós dois (retratos e canções)
Um filme de amor
Que nunca chega ao fim
Quem sabe se você
Ainda pensa em mim
Te amo e nem sei como
Eu amo
Dói no coração
Às vezes que eu lembrar
Te amo e não quero te amar
Quero não lembrar.

Prima no hyperlink
e a seguir em "ingressar" e veja tyra em foto ampliada.
Prima nos hyperlinks e ouça boa música:
 

pib da bahia cresce

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 00:09

PIB da Bahia cresce abaixo do nacional - Tribuna da Bahia - Notícias - A taxa de expansão da economia baiana em 2006 foi de 2,4% em relação ao ano anterior. O número consolidado foi divulgado na tarde de ontem pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria de Planejamento. Este é o 15º ano consecutivo de expansão favorável do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, mesmo após as expressivas taxas alcançadas nos três últimos anos, que geram altas bases comparativas. Segundo a equipe da SEI, a taxa de crescimento inferior a dos últimos dois anos (9,6% em 2004 e 5% em 2005) é reflexo direto do mau desempenho registrado pelo setor agropecuário (queda de 4,4% aproximadamente), uma vez que tanto o setor industrial como o de serviços cresceu a uma taxa superior ao conjunto do PIB: indústria com expansão de 2,7% e serviços 3,6% em relação ao ano de 2005. O diretor-geral da SEI Geraldo Reis justifica que a expectativa anterior da SEI de que o PIB pudesse atingir a taxa de 3% em 2006 foi frustrada pelo desempenho ruim da indústria de transformação nos dois últimos meses do ano. “A diminuição na intensidade do crescimento econômico do setor foi decisiva para este resultado”, disse Geraldo Reis. A indústria de transformação responde por aproximadamente 35% do PIB baiano e é concentrada em um pequeno número de grandes empresas, cujos avanços ou retrações têm influência direta no resultado do macro indicador.

“Apesar do resultado da Bahia ter ficado abaixo do nacional (2,9%) ganha contornos importantes na medida em que possibilitou ao Estado acumular uma expansão de 20,5% de crescimento nos últimos quatro anos, enquanto o Brasil, nesse mesmo período, acumulou expansão de apenas 11%. Em termos médios a taxa registrada para a economia brasileira ficou próxima dos 2,6% ao ano, enquanto na Bahia houve uma expansão média de 4,8%”, explica o economista Edmundo Figueirôa, diretor de indicadores e estatísticas da SEI.

“A grande vilã do ano foi a agropecuária, que apresentou seu pior resultado dos últimos oito anos, retraindo-se aproximadamente 4,4%”, disse o economista. A conjuntura de câmbio desfavorável, os preços dos produtos no mercado internacional, as más condições climáticas, as dificuldades de infra-estrutura (estocagem) e débitos financeiros de safras anteriores foram as causas da queda do setor. Grande parte das lavouras apresentou forte retração tanto em termos de produção, como área plantada e rendimento médio. Observando-se as estimativas dos grãos, por produto, destacam-se, negativamente: milho (-31,5%), feijão (-27,9%) e soja (-17,1%). Estas lavouras ocupam boa parte da área plantada do estado e sua queda de produção tem efeitos multiplicadores sobre o produtor rural, já que os dois primeiros são representativos da agricultura familiar e o último, uma das principais commodities do mercado.

No setor industrial, o destaque foi a construção civil que acumulou a forte expansão de 8,7% no ano. Esse resultado é corroborado pela retomada nas obras do metrô, bem como de outros empreendimentos privados que ocorreram nesse período. Já a indústria de transformação, carro chefe do PIB baiano, não conseguiu repetir os mesmos desempenhos dos anos anteriores, registrando crescimento de 2,7%. É importante ressaltar que, embora positivo, esse resultado causou grande frustração nas expectativas de crescimento da indústria de transformação em função do desempenho negativo apresentado pela maioria dos segmentos industriais no mês de dezembro.

Segundo os dados do IBGE, em dezembro, a produção industrial da Bahia, ajustada sazonalmente, recuou 5,5% em relação a novembro de 2006, após dois meses com taxas positivas, período em que acumulou acréscimo de 1,6%. Com o resultado de dezembro, o indicador de média móvel trimestral apresentou retração de 0,4%. Corroborando essa análise, no confronto com dezembro de 2005, a produção industrial baiana recuou expressivos 7,6%.

o pib de 2006

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 00:08

O que o PIB de 2006 nos mostra - 02.03.07 - por Luiz Carlos Mendonça de Barros, na Folha - A divulgação, pelo IBGE, dos números sobre o PIB de 2006 é uma oportunidade muito rica para olharmos com profundidade para a economia brasileira. É impossível, na era da nossa sociedade midiática, fugir da avaliação superficial que temos hoje na imprensa. O crescimento de 2,9% no último ano do primeiro mandato de Lula, e que será o centro das notícias e opiniões nos próximos dias, é o que menos importa no relatório do IBGE. Outra parte dominante das discussões é a clivagem -bom ou ruim- sobre nossa economia no ano passado. A imagem que passaria ao meu leitor é a de um copo meio cheio, meio vazio. Ela acomoda otimistas e pessimistas ao mesmo tempo. Portanto minhas reflexões de hoje pretendem fugir desse lugar-comum e trazer alguns comentários que auxiliem na compreensão, com mais profundidade, de como anda o pulsar de nossa economia. Nesse sentido, a informação mais importante nos números divulgados é a de que a carga tributária aumentou mais uma vez.

O IBGE divulga dois números relativos ao crescimento em 2006: preços sem impostos e com impostos. No primeiro caso, o PIB cresceu 2,7%, e, no segundo, 2,9%. Ou seja, a parcela do governo no bolo da economia cresceu novamente em 2006. Essa mesma informação, captada por uma instituição privada, está também na imprensa. Segundo o IBPT, os números do IBGE mostram que a carga tributária no Brasil passou, entre 2005 e 2006, de 37,8% para 38,8% do PIB.

Explico por que, para mim, essa é a informação mais importante e a mais negativa nos números divulgados. A carga tributária e o volume de gastos do governo obrigam o Brasil a ter o sistema tributário mais irracional e antimercado entre as nações do mundo emergente. É esse aleijão o maior limitador para que possamos crescer como nossos competidores. Por isso, a informação que tanto o volume de impostos pagos como o de gastos do governo aumentou mais uma vez assume esse papel tão importante. Se isso é correto, estamos aumentando as restrições ao nosso crescimento mais vigoroso.

Outra informação negativa em relação ao crescimento é que o vazamento para fora da demanda interna está se acelerando e chegou a 1,4% do PIB no ano. Colocado em um gráfico trimestral, o crescimento desse vazamento é monotônico, embora os dados de janeiro já disponíveis mostrem uma pequena desaceleração. É evidente que a contrapartida disso é a expansão acelerada do consumo e do investimento, com crescimento de 3,8% e 6,3%, respectivamente. O consumo aparente de máquinas e equipamentos cresceu a taxas superiores a 9%.

Esse é um sinal claro de que os investimentos em capacidade produtiva estão em progressão, principalmente nos setores que estão se beneficiando do cenário externo favorável e do aumento sustentado do consumo das famílias.

Mas há o outro lado, que é a incapacidade da oferta local de acompanhar esse crescimento, que nos remete novamente à questão fiscal e do ambiente de negócios hostil.

Não é por outra razão que a indústria de transformação, nos números do IBGE, cresceu apenas 1,9% em 2006. Já a indústria extrativa mineral, que está se beneficiando de um impressionante aumento de preços internacionais, cresceu sua produção em 5,6%.

A questão do aumento significativo do coeficiente de importações, principalmente na indústria manufatureira, e seus efeitos sobre a produção passaram a ser um item importante do debate econômico, o que acho muito bom. Nesse sentido, duas estatísticas recém-divulgadas devem jogar mais lenha na fogueira: os dados de fevereiro mostram que o saldo de nosso comércio exterior está acelerando novamente para algo como US$ 47 bilhões anuais, bem acima das projeções para este ano; e as compras de dólar pelo Banco Central continuaram mesmo durante a crise dos últimos dias, levando nossas reservas para mais de US$ 101 bilhões.

Outro dado que precisa ser acompanhado com cuidado é o comportamento dos estoques do setor produtivo. No último trimestre de 2006, houve um aumento importante, que adicionou 0,5% ao crescimento do PIB no período.

Não procede, portanto, a teoria de que os estoques estavam contribuindo negativamente para com o crescimento. Diego Casagrande - http://www.diegocasagrande.com.br

renda dos brasileiros cai

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 00:08

Renda dos brasileiros cai 12,7% em dez anos, diz IBGE – 20.12.06 - Clarice Spitz - da Folha Online, no Rio - O rendimento do trabalhador brasileiro amargou uma queda de 12,7% entre 1995 e 2005, segundo a Síntese dos Indicadores Sociais, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em 2005, no entanto, o rendimento apresentou uma recuperação e cresceu 4,6% frente a 2004. Com relação ao rendimento-hora, houve uma queda em todos os níveis de escolaridade em dez anos. O recuo foi maior entre pessoas com ensino médio. A pesquisa mostra que houve uma diminuição das desigualdades no mercado de trabalho graças à diminuição nos rendimentos dos mais ricos. Em 95, o rendimento dos 10% mais ricos era 21,2 vezes maior que o rendimento dos 40% mais pobres, considerando os ocupados. Em 2005, essa relação passou para 15,8 vezes. A pesquisa revela também que o mercado de trabalho se formalizou em dez anos. O emprego com carteira de trabalho subiu entre 1995 e 2005 em 3,2 pontos percentuais. Além disso, nesse período, houve redução de 3,6 pontos percentuais no trabalho não-remunerado. O rendimento médio dos empregados sem carteira sofreu um aumento de 5,1% e chegou a R$ 490,20 em 2005.

A população ocupada que contribui para a Previdência aumentou em quatro pontos percentuais no período. No entanto, o mercado de trabalho brasileiro ainda permanece com alto grau de informalidade. O percentual dos que contribui para a Previdência ainda não chega a 50% dos ocupados.

  • Mulher no trabalho

A participação feminina no mercado de trabalho cresceu em 6,2 pontos percentuais entre 1995 e 2005. Por região, os maiores aumentos ocorreram nos Estados de Amapá, Piauí, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Mato Grosso.

No entanto, entre 1995 e 2005, o desemprego feminino também se intensificou. Em 1995, a diferença entre as taxas de desocupação masculina e feminina era de dois pontos percentuais. Em 2005, essa diferença subiu para cinco pontos percentuais.

homicídios em caracas

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 00:07

Índice de homicídios em Caracas é cinco vezes maior que em SP - Capital da Venezuela enfrenta a sua batalha contra a violência. A taxa de homicídios chegou a 107 por grupo de 100 mil habitantes no ano passado. Pablo López Guelli Enviado do G1 Globo Online a Caracas - A Venezuela de  chavez  Hugo Chávez está gastando nos últimos meses bilhões de dólares na compra de material bélico, como caças, helicópteros, fuzis e barcos de patrulha. Mas enquanto queima o dinheiro da exportação de petróleo se preparando para uma guerra, Caracas, a capital do país e sede do governo federal, já enfrenta a sua batalha não declarada, com um dos maiores índices de violência do mundo. A taxa de homicídios chegou a 107 por grupo de 100 mil habitantes no ano passado, segundo os dados disponíveis. É mais de cinco vezes a taxa registrada no ano passado na cidade de São Paulo - que fechou em 19,05%. Andar pela bela cidade de Caracas dá medo. E não só para quem vem de outro país. "Existe um estado de medo constante. E isso está cada vez mais presente em nossa sociedade", afirma Ana Maria San Juan, diretora do Centro para a Paz e Direitos Humanos da Universidade Central da Venezuela. É esse centro que compila os dados estatísticos sobre segurança pública no país, já que o governo federal dificulta o acesso a essas informações. A administração Chávez não forneceu dados oficiais para a reportagem do G1 (leia outro lado abaixo). É a mesma dificuldade que os órgãos de imprensa locais encontram para produzir reportagens sobre o assunto. Já os números de São Paulo foram fornecidos pela Secretaria Estadual da Segurança Pública.

A característica da violência urbana na Venezuela se parece muito com a da brasileira. Os principais crimes são semelhantes: seqüestros relâmpagos, assaltos nos semáforos, roubo a bancos, arrastões, assassinatos, clonagem de cartão de crédito e por aí vai. A lista é grande. “A criminalidade está se estendendo. O trabalhador é roubado quando vai para casa, a emprega doméstica é assaltada no ônibus, quem é da classe média tem o cartões de crédito clonados… Há um estado de ansiedade e insegurança que faz com que as pessoas fiquem cada vez mais em casa”, diz Ana Maria.

  • Sensação de medo

Caminhar pelas ruas do centro de Caracas é uma experiência desconfortável para um estrangeiro. A região é um mar de vendedores ambulantes, desempregados e transeuntes. Uma multidão que se mistura num ritmo frenético ao som das buzinadas-que parece ser o esporte nacional preferido dos venezuelanos depois do beisebol. Os taxistas não permitem abrir as janelas no centro da cidade por medo de assaltos. Saiba mais:

* » Mesmo com petróleo, Venezuela de Chávez enfrenta crise econômica.

* » Gasolina é mais barata que água na Venezuela.

* » Mudanças de Chávez atraem 'turistas revolucionários' à Venezuela.

* » Conheça Hugo Chávez, o polêmico presidente da Venezuela.

* » Venezuela não limita a liberdade de expressão, diz Chávez.

* » Venezuela forma a primeira tropa de educadores socialistas.

Quase não se vêem turistas caminhando - eles preferem os protegidos shoppings-center. Assim como nas principais capitais brasileiras, como São Paulo e Rio de Janeiro, a sensação é de medo constante, mesmo para quem conhece os meandros da cidade. Um bom exemplo é o da jornalista Laura Davila Truelo, que trabalha na editoria de cidades do jornal "El Universal". Ela está casada há dois anos, mas não anda com a aliança no dedo da mão todo o dia. “É por segurança mesmo. Não dá para andar com anéis em Caracas”, diz, resignada. Laura desenvolveu uma estratégia pessoal. Ela usa o anel no trabalho e o tira quando vai almoçar. Quando acaba de comer e volta ao jornal, coloca a aliança de volta, mas a tira assim que vai para rua fazer alguma reportagem. Já está condicionada.

Mas por que os bilhões de dólares arrecadados com a venda de petróleo, parte deles gastos em programas sociais, não estão surtindo efeito no combate à criminalidade?

“Porque a pobreza não é a única causa da violência", diz Ana Maria San Juan. "Não é porque melhora a condição de vida das pessoas que os níveis de criminalidade caem. A Venezuela é um bom exemplo disso. No caso de Caracas, é preciso que sejam criadas políticas de segurança pública coordenadas e de longo prazo. E isso não está sendo feito. O dinheiro que vem do petróleo e é destinado aos programas sociais não elimina a criminalidade por si só”, afirma Ana Maria. O histórico da taxa de homicídios registrados na capital Venezuela ilustra bem a teoria da socióloga. Desde que o presidente Hugo Chávez chegou ao poder, em 1998, os números não pararam de crescer, apesar do aumento de ajuda à população mais pobre. Em 1998, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Caracas era de 63. Segundo as estatísticas do Centro para a Paz e Direitos Humanos da Universidade Central da Venezuela, no ano seguinte esse número chegou a 94, passou a 113 em 2000 e atingiu o pico histórico de 119 em 2003. Com pequenas oscilações para cima e para baixo, a taxa se manteve em níveis extremamente altos, até chegar aos atuais 107 assassinatos por 100 mil habitantes. Para comparação: a cidade de São Paulo viveu neste período uma curva diferente. Em 1999, ano com o maior número de homicídios per capita, a taxa por 100 mil habitantes passou de 52. Desde então vem caindo. Foi de 49, em 2001, para 40, em 2003, para 24, em 2005, até chegar a 19,05 no ano passado.

  • Outro lado

A reportagem do G1 tentou de diversas formas de obter números oficiais sobre violência na Venezuela. Mas não obteve resposta da administração Chávez. O primeiro contato foi feito por telefone, ainda no Brasil, há duas semanas. Não houve resposta. Já em Caracas, o enviado do G1 à Venezuela procurou no final da semana passada a assessoria de imprensa do Ministério do Poder Popular do Interior e Justiça. Solicitou novamente dados sobre segurança pública e violência na capital e no país. Os assessores da pasta de Justiça disseram que essas informações deveriam ser solicitadas ao Ministério das Comunicações e Informação. Neste ministério os assessores disseram ao repórter que ele deveria voltar à pasta da Justiça para obter os dados. Quando o G1 voltou a esse ministério, o chefe da assessoria de imprensa disse que essas informações só poderiam ser fornecidas pelo próprio ministro. Mas não providenciou uma entrevista.

comunismo em cuba

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 00:04

Comunismo em Cuba deve acabar com morte de Fidel, diz Bush - Quarta-feira 7 de Março, 2007 - Bush espera avançar em negociações sobre Doha com Lula - Apesar de escândalos, Bush reafirma confiança em Uribe - WASHINGTON (Reuters) -

  • O governo comunista de Cuba deveria acabar quando o presidente Fidel Castro morrer, disse o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, no momento em que se prepara para uma visita à América Latina nesta semana. A viagem de Bush é vista como uma oferta de contraponto ao apelo populista do presidente venezuelano Hugo Chávez, cujo plano de nacionalização é criticado por Washington. "Eu realmente acredito que a indústria gerida pelo governo é ineficiente e levará a mais pobreza", disse Bush quando questionado sobre as nacionalizações de Chávez. "Se o Estado tenta administrar a economia, isso vai gerar pobreza e reduzir as oportunidades." Bush também deixou claro que está de olho em Cuba e em seu líder. Fidel, de 80 anos, foi obrigado a passar o poder temporariamente para seu irmão, o ministro da Defesa Raúl Castro, em julho passado, depois de se submeter a uma cirurgia intestinal. Ele se manteve fora da vista do público até a semana passada, quando apareceu de surpresa em um programa de rádio ao vivo. O destino de Fidel será decidido "pelo todo-poderoso", disse Bush na terça-feira.

"Não sei quanto tempo ele vai viver, mas de qualquer forma acredito que o sistema de governo que ele impôs ao povo não deve sobreviver se for isso o que o povo decidir", disse o presidente norte-americano a jornalistas dos países que ele vai visitar. Bush não acredita na possibilidade de Raúl Castro assumir o poder permanentemente. "O que eu espero que aconteça é que insistamos juntos para que a transição não signifique a transição de uma figura para outra, mas sim de um tipo de governo para um tipo diferente de governo, baseado na vontade do povo", disse.

  • Mensagem mais suave

Bush parte na quinta-feira para o Brasil, sua primeira parada em uma viagem de seis dias que vai incluir ainda o Uruguai, a Colômbia, a Guatemala e o México.

Ele adota uma mensagem mais suave, cujo objetivo é melhorar sua reputação e aumentar a influência dos EUA em uma região onde posturas anti-americanas como a de Chávez estão crescendo. Bush tentou evitar mencionar o nome do líder venezuelano, principalmente quando questionado sobre os planos de Chávez de organizar um protesto na Argentina enquanto o presidente norte-americano estiver visitando o Uruguai. "Minha atitude é, eu amo a liberdade e o direito do povo de se expressar", disse Bush. “Levo uma mensagem de boa vontade ao Uruguai e à região. Minha viagem quer dizer, vamos encontrar maneiras de trabalharmos juntos para o bem comum."

  • A favor do livre-comércio e da abertura do mercado, Bush rejeitou o modelo de desenvolvimento patrocinado por Chávez, que pede a nacionalização das indústrias e uma maior intervenção estatal.

uma usina por mês

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 00:02

País construirá uma usina por mês até 2012 - Editorial do Jornal O Estado de São Paulo - Postado no Blog do Noblat - 04.03.07 - Total deve saltar de 336 unidades para 409, com investimentos previstos de US$ 14,6 bilhões no período - Agnaldo Brito - O Brasil vai ganhar em média uma usina de álcool e açúcar por mês nos próximos seis anos. Hoje com 336 unidades, deve chegar a 409 até o final da safra 2012/2013. Para erguer tudo isso, investidores brasileiros e estrangeiros, com tradição ou não no setor, vão aplicar US$ 14,6 bilhões no período.

Esses são empreendimentos firmes. O levantamento da Única, associação dos usineiros, baseia-se na contabilidade de usinas em construção e naquelas que já iniciaram os investimentos agrícolas, como a formação das primeiras áreas de cana e a produção de mudas.

Fora as 73 usinas confirmadas, há hoje no Brasil 189 consultas em andamento, tanto para construção como para ampliação de unidades. É o que informa a Dedini S.A. Indústrias de Base, que detém 50% das vendas de equipamento para usinas de açúcar e álcool, e que atingiu a marca do R$ 1 bilhão de receitas no ano passado.

'Nem todas essas consultas vão evoluir para um projeto concreto, mas a quantidade de sondagens dá bem a dimensão do interesse', diz José Luiz Olivério, vice-presidente de operações da Dedini. Quarenta por cento das consultas são de empresas estrangeiras, entre as quais fundos de investimentos focados em negócios com apelo ambiental, fundos que compram participação, investidores isolados, multinacionais ou ainda consumidores estrangeiros que pretendem estar perto da oferta.

Uma boa medida do tamanho da aposta no etanol é a Infinity Bio-Energy. Criada há pouco mais de um ano, com capital de US$ 350 milhões, ela comprou no ano passado três usinas no Brasil, com capacidade para moer 3 milhões de toneladas de cana. Investimento de R$ 120 milhões deverá elevar a capacidade dessas unidades a 5,6 milhões de toneladas na safra 2008/2009.

Mas essa é a parte menor do plano. A empresa pretende construir seis usinas novas em Mato Grosso (onde já comprou área de 4 mil hectares para a formação de um megacanavial), no Espírito Santo e na Bahia. Além disso, negocia a aquisição de usinas já existentes em Minas Gerais e na Bahia. O investimento supera US$ 1 bilhão, capital que a Infinity pretende obter com operações em bolsa estrangeira ou com empréstimos no mercado financeiro.

Cumprido o plano, a empresa terá capacidade para processar 16 milhões de toneladas de cana. Cerca de 70% dessa matéria-prima vai virar álcool para exportação. A aposta se baseia na competitividade do produto brasileiro.

'O milho dos EUA não é a melhor matéria-prima para produção de etanol', diz Sérgio Thompson-Flores, presidente do grupo. 'E, se hoje é viável, isso ocorre devido aos subsídios. Acho que no momento em que o etanol se tornar um produto mundial, esse aspecto que só o Brasil tem (produção de álcool em larga escala a partir da cana) será determinante para o retorno dos empreendimentos.'

Parece ser a crença que carrega boa parte de quem vem aqui investir em usinas de álcool, e que eleva a disputa por ativos no Brasil. A própria Infinity tentou comprar quatro destilarias do Grupo Tavares de Melo. A francesa Louis Dreyfus, que tinha três usinas, bancou a oferta da Infinity e ficou com os ativos. O banco de investimento WestLB, coordenador da oferta da Infinity, corre atrás de projetos em todo o País.

Segundo Angélica Wiegand, vice-presidente-executiva de operações estruturadas do banco, o 'apetite' do setor financeiro para financiar operações desse tipo no Brasil é 'enorme'. O banco estrutura cinco operações de compra de usinas ou de construção no País.

A Clean Energy Brazil (CEB), empresa criada para operar no mercado sucroalcooleiro brasileiro, obteve no fim do ano passado o equivalente a mais de R$ 400 milhões, numa oferta pública na Bolsa de Londres. A empresa negocia a compra de 49% das ações do grupo paranaense Usaciga. A Etanalc, do empresário do ramo imobiliário Áureo Luiz de Castro, já anunciou parcerias para projetos, num total de US$ 4,2 bilhões, para a construção de usinas em Estados sem tradição na produção de etanol, como o Tocantins.

  • É difícil ainda avaliar quais planos são de fato economicamente viáveis, mas a febre é inédita. E a explicação é simples: 'Claro que depende de cada projeto, mas as expectativas são de que o retorno sobre o capital não é menor do que 20%', avalia Luiz Eduardo Costa, sócio da Brasilpar, consultoria especializada em fusões e aquisições no setor de açúcar e álcool.

vamos ganhar do haiti

Arquivado em: Artigos — hilltop @ 00:01
  • PIB: vamos ganhar do Haiti em 2007 - Enviado por Maílson da Nóbrega - 11.3.2007 - Pelo segundo ano consecutivo, o crescimento do PIB ficou à frente apenas do Haiti na América Latina. O mote de sempre foi repetido: a culpa é dos juros altos e de suas conseqüências no câmbio, cuja valorização gerou aumento das importações e daí menor expansão da economia. Será? Se o ambiente econômico não mudar, a taxa Selic ficará abaixo de 12% em dezembro. Dada a expectativa de inflação em torno de 4%, os juros reais cairão a menos de 8%, o menor nível desde a extinção do seu controle há trinta anos. Cresceremos algo como 3,5%, mais uma vez à frente do Haiti. No governo Sarney, o mais difícil desde a democratização, a taxa real média anual de juros alcançou incríveis 140%. Trata-se de um cálculo sujeito a erros, diante da inflação da época, que na média superou os 700% ao ano. Seja como for, pode-se afirmar que os juros reais de então eram muito superiores aos projetados para 2007. Nesse período, com juros reais mais altos e superávit comercial menor (US$ 13,4 bilhões), o PIB cresceu em média 4,4% ao ano. A taxa de desemprego foi inferior a 4%. Pela teoria que atribui o baixo crescimento aos juros e ao câmbio, esses resultados seriam impossíveis. Taxas de juros relativamente altas reduzem a demanda no curto e médio prazos, como deve ser, pois é assim que se combate a inflação. A política monetária não pode ser usada para promover o crescimento ou para vitaminar o PAC.

O maior equívoco recente é afirmar que o aumento das importações contribuiu para o baixo crescimento do PIB. Trata-se de visão parcial e meramente aritmética do comércio exterior. Por aí, seria melhor proibir as importações, pois o PIB cresceria mais. Na verdade, o aumento das importações decorre da elevação do consumo das famílias e das compras de bens de capital, por força da elevação da renda (a valorização cambial eleva os salários reais) e do barateamento de máquinas e equipamentos. Isso é possível porque há condições financeiras de absorver essas importações. No geral, esse processo aumenta o bem-estar, contribui para o controle da inflação e eleva a capacidade produtiva da economia. Voltemos à política monetária e aceitemos que o BC é conservador. Até aqui, inexiste novidade. Nenhum banco central responsável embarca em apelos de “ousadia” na queda taxa de juros, pois não se põe em risco um bem público essencial como a estabilidade da moeda. Ousadia é outra coisa, como defender uma reforma previdenciária que desagrade grupos organizados da sociedade. Digamos que o BC é “excessivamente” conservador. Mesmo assim, uma redução maior da taxa Selic não viabilizaria um crescimento anual sustentado de 5%, pois a baixa expansão do PIB não deriva de insuficiência de demanda. No longo prazo, o que faz a economia crescer de forma sustentada é uma combinação de investimento, mão-de-obra e ganhos de produtividade. É aqui onde está o nó. De fato, o País se ressente de condições que assegurem um investimento muito além dos atuais 20% do PIB ou de elevação de produtividade que nos permita crescer mais sem aumentar o estoque de capital.

O ambiente institucional milita contra o investimento e a produtividade, como se vê de marcos regulatórios fracos, excessiva e caótica carga tributária, anacronismo da legislação trabalhista, custo e morosidade do Judiciário e assim por diante. Ao mesmo tempo, a deteriorada infra-estrutura de transportes eleva custos e dificulta a operação da logística. Se o Brasil crescer ao redor de 3,5% em 2007, será conseqüência da preservação de um ambiente macroeconômico satisfatório – um mérito indiscutível do presidente Lula, malgrado as pressões para que brinque com coisas sérias como juros e câmbio – e dos ganhos de produtividade derivados de mudanças do passado, como a abertura da economia, a estabilidade e as privatizações, cujos efeitos costumam amadurecer ao longo de anos. Nada ou pouco a ver com o PAC. O discurso simplista dos juros baixos e do câmbio alto deveria ser substituído por críticas efetivamente relevantes. As causas do baixo crescimento devem ser buscadas na nossa periclitante situação fiscal, no insuficiente tempo de escolaridade da mão-de-obra e na ausência de reformas microeconômicas que aumentariam o investimento e a produtividade. Em nome dos pobres, não dá para correr o risco de relaxar a política monetária. 

  • Mailson da Nóbrega é ex-ministro da Fazenda e sócio da Tendências Consultoria Integrada (e-mail: mnobrega@tendencias.com.br).

12/03/2007

a síndrome da china

Arquivado em: Artigos — hilltop @ 15:10
  • A “SÍNDROME DA CHINA” - 09.03.07 - por Augusto de Franco - Escrevi outro dia que as elites brasileiras são as grandes responsáveis pelo retrocesso democrático que vivemos no Brasil. Duas semanas depois um jornalista da CBN me perguntou no ar: “Mas quem são essas elites?”. Respondi que são todas as elites: as econômicas, as políticas e as sociais. Examinemos o comportamento das primeiras. Quem são elas? Ora, são as mesmas que admiram a China pelo atual milagre do crescimento do PIB sem se preocuparem com o fato de que se trata de uma ditadura. São as mesmas que criticam o Brasil por não ter uma expansão econômica semelhante, mas não querem nem saber se o IDH chinês é duas vezes pior do que o brasileiro. São as mesmas que não estão nem aí para os métodos empregados pelos autocratas chineses, que escolheram a dedo a minoria que se beneficiaria do milagre (com salários de 30 dólares) e quem continuaria no século 17, excluído desse nascente capitalismo de Estado selvagem. E o problema não é que essa parcela majoritária da população chinesa (cerca de 80%) continue excluída em virtude do processo econômico e, sim, que ela foi condenada – por força de decisão política – a permanecer excluída. Será que nossas elites gostariam de aplicar o mesmo modelo no Brasil? Escolheríamos São Paulo como nossa Xangai e ao resto caberia financiar o crescimento recorde.

Os jornais noticiam agora que a China vai destinar, somente neste ano, 45 bilhões de dólares para gastos militares. Diga-se o que se quiser dizer, na prática, isso significa retomar aquele tipo de corrida armamentista, do qual nos imaginávamos livres desde meados dos anos 1990. Ou seja, a despeito de terem os mesmos olhos puxados, o caminho da ditadura militar chinesa para o futuro não é exatamente igual ao japonês, baseado em economia e tecnologia. Na China não existe a noção de direito. Nem mesmo o direito mais básico de ir e vir é reconhecido pelo Estado partidário-militar. Se a polícia pegar um pobre camponês de Gangou olhando distraidamente as vitrines de uma rua em Beijing, Deus o livre! Mas o que importa isso diante de um crescimento de 10%, não é mesmo? Na China não existem políticas públicas, somente programas estatais. Mas é possível que nossas elites não vejam a diferença entre as duas coisas porquanto não percebem que o Estado chinês é – rigorosamente falando – uma instituição privada. Na China não existe sequer o conceito de meio ambiente. Continuam queimando toda matéria orgânica que vêem pela frente sem qualquer preocupação com coisas “ocidentais” como poluição. Assim como poluem a natureza, poluem também a política e a sociedade. E daí? Eles têm a sua própria cultura, proclama a velha antropologia de esquerda. E nossas elites econômicas, incapazes de pensar alguma coisa substantiva quando o assunto não é economia, devem assentir: é isso explica tudo!

Os motivos das nossas elites para aprovar a China de hoje são basicamente os mesmos que levaram as elites econômicas alemãs de outrora a se empolgarem com os planos de Hitler. Vislumbraram ganhos em escala. Alguns até financiaram muitas das barbaridades nazistas: Ig-Farben, Siemens, Krupp, Bayer e tantos outros devem ter avaliado que seria bom para os negócios. Hoje, no Brasil, o financismo também não se recusa a financiar – por enquanto indiretamente – o esquerdismo, desde que seja bom para os negócios. A “síndrome da China” explica porque as elites econômicas brasileiras resolveram fingir que não estão vendo a escalada do banditismo de Estado promovida pelo governo Lula e pelo PT. Imagina-se que podem ganhar mais com o PAC, todo apoio a Lula. A “síndrome da China” é um nome para a irresponsabilidade de um setor da sociedade perante o conjunto da sociedade. Depois de tanta conversa sobre responsabilidade social (vista ainda, em grande parte, como marketing), continua faltando, aos nossos empresários, responsabilidade política. Felizmente, estão ocorrendo mudanças promissoras no seio do empresariado. Mas os que vêem que tudo isso é insustentável ainda são minoria. Os que percebem que não haverá desenvolvimento sem ambiente político democrático favorável à expansão do empreendedorismo, da criatividade, da inovação e do protagonismo de localidades e setores, ainda são vistos como sonhadores, nefelibatas, gente que não entendeu que – na selva do mercado que a maioria das elites econômicas julga ser o mundo – o que conta realmente é crescer, crescer, crescer e se apropriar de fatias cada vez maiores da riqueza produzida. É essa “realpolitik econômica” irresponsável que explica, em parte, porque um irresponsável, apesar de ter feito tudo o que fez, ainda continue nos governando. O curioso é o fato da maioria de nossas elites econômicas se contentarem com tão pouco, considerando que no governo Lula, pelo segundo ano consecutivo, o Brasil só tenha crescido mais do que o Haiti em toda a América Latina. Por isso que – como frisei – a “síndrome da China” é uma explicação parcial. O comportamento das nossas elites econômicas, conquanto tenha muito peso, não é tão decisivo quanto à postura de nossas elites políticas e sociais, como veremos em próximos artigos.

Diego Casagrande - http://www.diegocasagrande.com.br

11/03/2007

olhe para você

Arquivado em: Artigos — hilltop @ 21:35
  • Olhe para você De Olho! - Editor de Política – Jânio Lopo - Tribuna da Bahia – 10.03.07 - Somos, realmente, um país democrático. A visita do presidente norte-americano George W. Bush é um exemplo do quanto a liberdade individual é respeitada no Brasil. Sopapos. Houve manifestações de protestos de norte a sul e de leste ao oeste. “Fora Bush” foi a expressão mais ouvida nas últimas 24 horas. O que teve de gente que levou paulada da polícia não está em nenhum almanaque. E tome-lhe pau. E toma-lhe bomba e balas de borrachas. E nós (eles, aliás), heroicamente, berrando “fora Bush”. E Bush bufando com a nossa cara. Os promotores de toda a gritaria contra o dirigente dos EUA, ironicamente, foram os partidários do PT, PC do B, PSTU e similares. Certamente uma boa parte dos revoltados com a presença do dito cujo não sabia nem a razão da sua presença nas ruas, correndo desesperadamente dos cassetete do PMs que, também certamente, nem imaginavam porque estavam batendo e espancando. Mas, já que ganham para espancar e bater, não custa nada massacrar e pisotear quem está à sua frente. Pessoalmente, tenho asco à figura do Bush, um facínora, tão repugnante quanto os Saddans e os Bin Laden da vida e da morte. Mas não sou imbecil. Bush comanda a mais poderosa Nação do mundo - bélica e economicamente. Os EUA não precisam do Brasil. O Brasil não vive sem os EUA. Mas eu quero que Bush se exploda. Ou, então, que explodam o Bush.

O que me irrita em tudo isso é a capacidade desses partidos e das chamadas organizações sociais (me bata uma garapa) em arregimentar milhares de incautos para esbravejar o “fora Bush”, como se nós, aqui nesse inferninho chamado Brasil, estivéssemos vivendo, pelo menos, uma vida sofrível. Ora, ora, ora. Por que esses grupos (olha o PT aí no meio, meu povo!) não vão ocupam as avenidas exigindo trabalho, renda, saúde, educação, moradia, segurança pública? Manda o Bush para o inferno (em breve ele estará com Saddam e outros bichos mais). Vamos cobrar de Lula, do Congresso Nacional, dos governadores, prefeitos e vereadores ações concretas que nos tirem do vexame de morrer tão moço, de passar fome? De ver nossas crianças, jovens e velhos no mais completo abandono. E sem perspectiva. Deixemos de demagogia. Se querem saber, o povo de Bush está felicíssimo com o Bush e com toda a razão. Não é à toa que milhares de brasileiros fazem das tripas o pulmão (é pulmão, mesmo) para ingressarem nos EUA. Clandestinamente. Não importa. Querem ser gari, babá, limpador de chão, lavador de carros ou de pratos. Pelo menos, no final do mês, têm onde dormir e comer. Coisa cada vez mais rara nesse nosso Brasil varonil.

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