Cume - Escalando Montanhas

28/02/2007

tyra banks_hilltop majestic

Arquivado em: Zona Musical, One Sweet Day, Forward for your love — hilltop @ 23:15
  • majestic modelmajestic modelmajestic modelmajestic modelmodelo tyra banks
  • Meu maior presente - Ivete Sangalo - Composição: Ramon Cruz
Se eu olhar pra trás
Verei na minha estrada
As curvas e atalhos
Onde, às vezes, me perdi
E onde eu também achei
O meu maior presente
Aquele que eu guardo
E vivo a cada amanhecer

Foi você quem deu
Ou quem soube, ao menos, me mostrar
Uma imensidão de cores no olhar
Foi você quem leu
O que já estava escrito em mim
E me ajudou a descobrir

O amor que hoje eu levo
Dentro do meu peito
É o meu maior presente
O amor que me faz cantar
Que me leva a qualquer lugar, o amor .

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apocalipse no fim do século

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 22:55

Pesquisa do governo prevê apocalipse no fim do século - Editado in JB Online - Postado no Blog do Noblat - Karla Correia Brasília. Até o fim deste século, a elevação de até 50 cm no nível das águas do oceano Atlântico fará o mar avançar sobre a zona costeira do Brasil, afetando 42 milhões de pessoas que vivem na área. Com o aquecimento do clima a Região Nordeste pode virar um imenso m deserto. O país também será flagelado pelas tempestades e furacões na região Sul, e pelo aumento da incidência de doenças tropicais nas cidades. Este é um dos cenários de mudanças climáticas para o país até o ano 2100, segundo os resultados de oito pesquisas sobre aquecimento global e biodiversidade divulgada ontem pelo Ministério do Meio Ambiente. Os relatórios apontam a cidade do Rio de Janeiro como uma das mais vulneráveis à elevação do nível do mar e à incidência de doenças. A erosão causada pelo aumento na vazão dos rios agrava o quadro projetado para as cidades litorâneas. Em Pernambuco, um dos Estados mais afetados pelo problema, seis em cada dez praias dos 187 quilômetros de costa do Estado já cedem terreno para o mar. Sozinha, a cidade de Recife viu sua linha costeira recuar mais de 25 metros entre 1985 e 1995. As cidades de grande porte serão mais afetadas pelas ondas de calor intenso porque os prédios e o asfalto retém mais radiação térmica do que as construções de áreas não-urbanas, diz o estudo.

- É urgente que se faça um plano de prevenção e combate ao desmatamento em nível nacional, a exemplo do que foi feito na Amazônia. Ou entramos em um processo civilizatório ou será muito difícil conviver com esses efeitos das mudanças climáticas - disse ontem a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, ao apresentar os resultados do trabalho.

As pesquisas usaram dois cenários hipotéticos como base para traçar as alterações climáticas que atingirão o país até o fim do século. O primeiro considera os efeitos do contínuo aquecimento da temperatura atmosférica, crescimento da emissão de gases tóxicos e desmatamento no país. O outro projeta os resultados obtidos se o Brasil adotar, a partir de agora, medidas que permitam à redução a quase zero das emissões de gás carbônico e contenção do desmatamento.

Mesmo no cenário mais otimista, o quadro é desanimador. Se absolutamente tudo der certo e o país conseguir parar o desmatamento e zerar a emissão de gases em seu território, ainda assim o clima, no Brasil, estará em média 1,5°C mais quente em 50 anos. A temperatura média do país, hoje em 24,5°C, já reflete efeitos da emissão de gás carbônico em território brasileiro observados desde meados da década de 60. No Nordeste, essa variação será de 2,2°C. No Pantanal mato-grossense, a elevação da temperatura chegará a 3,4°C, considerando a hipótese de redução total do desmatamento e emissão de gases.

jane march_hilltop nymph

Arquivado em: Zona Musical, One Sweet Day, Forward for your love — hilltop @ 03:50
  • atriz jane marchatriz jane marchatriz jane marchatriz jane marchatriz jane marchatriz jane march
  • jane march in the lover#ff6600

Quando a gente conversa
Contando casos, besteiras
Tanta coisa em comum
Deixando escapar segredos
E eu não sei que hora dizer
Me dá um medo, que medo

Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
E eu preciso dizer que eu te amo
Tanto

E até o tempo passa arrastado
Só pra eu ficar do teu lado
Você me chora dores de outro amor
Se abre e acaba comigo
E nessa novela eu não quero
Ser teu amigo

É que eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo, tanto

Eu já nem sei se eu tô misturando
Eu perco o sono
Lembrando cada riso teu
Qualquer bandeira
Fechando e abrindo a geladeira
A noite inteira

Eu preciso dizer que eu te amo
Te ganhar ou perder sem engano
Eu preciso dizer que eu te amo, tanto.
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Jane March_nymph hilltop_03

Prima os hyperlinks abaixo e ouça boa música:

Luíza_C Brown_Jobim

Tereza my love_A C Jobim

Tom Jobim_A felicidade

Carinhoso.mp3_Marcelo Viana

Ate-que-sabe.mp3_ava araújo

 

 

 

 

 

fósseis humanos

Arquivado em: Notícias, Relativo a Ciência, História da Humanidade — hilltop @ 03:41

Encontrados na Etiópia fósseis humanos mais antigos - Crânios encontrados no deserto central da Etiópia, na África, podem ajudar a explicar o surgimento do Homo sapiens. Com 160 mil anos de idade, são os mais antigos fósseis do homem moderno já encontrados. O achado reforça a teoria "Out of Africa", segundo a qual nossa espécie surgiu na África e não em diversos lugares do mundo ao mesmo tempo, segundo os cientistas. "Os ossos possuem todas as características dos humanos modernos, não falta nada", segundo Daniel Lieberman, estudioso da evolução humana na Universidade Harvard, em Cambridge, no estado americano de Massachusetts. O crânio adulto tem uma caixa cerebral redonda e um rosto achatado, mas também possui outras características levemente mais primitivas, como os olhos bastante espaçados. Isso coloca o fóssil como o primeiro dos Homo sapiens, sendo classificado pelos pesquisadores, liderados por Tim White, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, em uma subespécie, a Homo sapiens idaltu. Foram encontrados dois crânios completos, um de adulto e o outro de uma criança, e grandes fragmentos do crânio de outro adulto. Eles estavam misturados a ossos de hipopótamos e antílopes e muitas lâminas e instrumentos. As ferramentas mostram uma tecnologia da Idade da Pedra claramente avançada. Os crânios possuem marcas de lâminas, o que pode significar que eles tiveram suas peles retiradas após a morte para preservação dos ossos. O crânio da criança tem um brilho distinto, o que sugere, segundo White, que ele foi usado repetidamente e pode até ter sido um objeto de decoração. "Esse pode ser o primeiro vislumbramento de emoção a cerca da morte", ele acredita. (veja o texto completo indo a "páginas").

mariah carey_hilltop daydream

Arquivado em: Zona Musical, One Sweet Day, Forward for your love — hilltop @ 03:40

cantota mariahcantota mariahcantota mariahcantota mariahcantota mariah mariah carey

Madrugada
Azul, sem luz
Dias de brinquedo
Linda assim me veio
E eu me entreguei
Inocentemente
Como um selvagem
Como o brilho esperto
Dos olhos de um cão

Amor, amor
Diz que pode, depois morde
Pelas costas sem querer
Amor, amor
Assim como um leão caçando o medo

Meu caminho nesse mundo, eu sei
Vai ter um brilho incerto e louco
Dos que nunca perdem pouco
Nunca levam pouco
Mas se um dia eu me der bem
Vai ser sem jogo

Amor, amor
Fiel me trai, me azeda
Me adoça e me faz viver.

Amor, amor
Eu quero só paixão
Fogo e segredo.

Prima os hyperlinks abaixo e ouça boa música:

JoePass_Once I Loved

norahJones_carnivalTown

deniseGarrett_a tisket a tasket

louis armstrong_april in paris

das Rosas_dick Farney

 

 

 

instituições fortes

Arquivado em: Artigos, Textos Especiais — hilltop @ 00:16

Instituições fortes dão base a qualquer governo - Mailson da Nóbrega - Com um banco central autônomo, regras fiscais melhores e, sobretudo, com a crença das pessoas em que as instituições estão sendo aperfeiçoadas, o Brasil dá passos firmes rumo a uma sociedade desenvolvida, como as grandes democracias ocidentais - "o que é tarefa para uma ou duas gerações" -, rompendo com 500 anos de patrimonialismo e privilégios, afirma o ex-ministro da Fazenda e sócio de Tendências Consultoria Integrada, mailson da Mailson da Nóbrega. O tema desta entrevista à Revista Bovespa é também o do livro O futuro chegou - Instituições e Desenvolvimento no Brasil, cuja primeira edição, de 7 mil exemplares, se esgotou poucos dias após o lançamento, em fins de dezembro. Faltando três trimestres para as eleições presidenciais, os mercados não davam maiores sinais de inquietação com os rumos da política econômica. Ou seja, predominava a crença na derrota dos defensores de mais relaxamento fiscal, mais déficit e de uma política monetária frouxa. O nó para o próximo governo, qualquer que seja o presidente eleito, é a dificuldade de eliminar o déficit nominal, melhor base de comparação com os demais países e que relançou economias como a da Irlanda e da Nova Zelândia, entre outras cujos governantes tiveram a coragem de diminuir a despesa pública. O Estado brasileiro ainda despende a enormidade de 40% do PIB e a esta deformidade se deve o atraso no ritmo de crescimento vis-à-vis o de países emergentes ou até desenvolvidos. Veja o texto completo indo a "páginas".

27/02/2007

natalia vodianova_hilltop sylph

Arquivado em: Zona Musical, One Sweet Day, Forward for your love — hilltop @ 04:22
 modelo nataliamodelo nataliamodelo nataliamodelo nataliamodelo nataliamodelo natalia
modelo natalia vodianova 
Bate outra vez, com esperança o meu coração
Pois já vai terminando o verão, enfim
Volto ao jardim, na certeza que devo chorar
Pois bem sei que não queres voltar para mim
Queixo-me as rosas, mas que bobagem
As rosas não falam
Simplesmente as rosas exalam
O perfume que roubam de ti, ai
Devias vir, para ver os meus olhos tristonhos
E quem sabe sonhar com os meus sonhos, por fim.
Prima nos hyperlinks abaixo e ouça boa música:
 
 

desenvolvimento humano

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 04:12

Educação freia desenvolvimento humano do Brasil, diz ONU - Editado no site da BBC - 03.01.07 - Cassiano Gobbet, De Londres - Mudança metodológica ajudou a piorar posição do Brasil - O desempenho do Brasil na área da educação freou o desenvolvimento humano do país no início deste século 21, mostrou o relatório anual divulgado nesta quinta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A evolução do Índice do Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil entre os anos 2000 e 2004 foi a pior desde 1975, ano em que se inicia a comparação histórica fornecida pelo estudo. Entre os anos de 2003 e 2004, o Brasil caiu no ranking do IDH – passou da 68ª para a 69ª colocação – mas uma mudança importante de metodologia impede comparações entre os dois períodos, disse o PNUD. Dentro de uma escala de zero a um – em que um é o resultado ideal – o IDH brasileiro atingiu a marca de 0,792 em 2004, contra 0,788 do ano anterior, ficando atrás de Romênia, Belarus, Bósnia e Herzegovina, República Dominicana, Omã e Ilhas Maurício. Entre os países latino-americanos comparados pelo relatório da agência das Nações Unidas (Argentina, Colômbia, Chile, Peru, México e Venezuela), somente a Argentina – que enfrentou grave crise política e econômica em 2001 – teve uma evolução menor do que o Brasil no IDH. Veja o texto completo indo a "páginas". Recorra ao hyperlink da BBC para conhecer  rever a notícia ali veiculada: BBCBrasil.com | Reporter BBC | Educação freia desenvolvimento humano do Brasil, diz ONU

shakira_hilltop muse

Arquivado em: Zona Musical, One Sweet Day, Forward for your love — hilltop @ 04:04
  • cantora colombianacantora colombianacantora colombianacantora colombiana
  • cantora colombiana shakira
  • Fecho os olhos pra não ver passar o tempo, sinto falta de você / Anjo bom, amor perfeito no meu peito, sem você não sei viver / Vem que eu conto os dias conto as horas pra te ver / Eu não consigo te esquecer / Cada minuto é muito tempo sem você, sem você… / Os segundos vão passando lentamente, não tem hora pra chegar / Até quando te querendo, te amando / Coração quer te encontrar. / Então vem que eu conto as horas pra te ver / Que eu não consigo te esquecer / Cada minuto é muito tempo sem você, sem você… / Eu não vou saber me acostumar / Sem sua mão pra me acalmar / Sem seu olhar pra me entender / Sem seu carinho, amor, sem você / Vem me tirar da solidão / Fazer feliz meu coração / Já não importa quem errou / O que passou, passou.
  • Prima no hyperlink e veja shakira em foto ampliada: shakira_muse hilltop_02
  • Prima nos hyperlinks abaixo e ouça boa música :
  • 'Rocks' - Caetano Veloso
  • 'Lacrymosa', do CD do Evanesce
  • 'Antitelejornal', Skank

deputados sob investigação

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 03:52

Comissão de Constituição e Justiça –CCJ - tem 18% de seus deputados sob investigação - 26.02.07 - Editado no jornal O estado de São Paulo - Postado no Blog do Noblat - 21 dos 116 membros da comissão mais poderosa da Câmara são investigados ou acusados judicialmente - Sônia Filgueiras e Vannildo Mendes, Brasília - A mais poderosa comissão da Câmara dos Deputados e opção preferencial dos parlamentares-juristas, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) abriga hoje deputados que têm o Poder Judiciário em seus calcanhares. Entre titulares e suplentes, 18,1% dos deputados já nomeados para integrar a CCJ estão sob investigação ou são acusados em ações na Justiça de cometerem algum tipo de crime ou irregularidade. Segundo levantamento do Estado em tribunais superiores e de primeira instância, 21 dos 116 estão nessas condições. A CCJ é responsável por uma espécie de controle de qualidade preliminar. Todos os projetos de lei produzidos no Legislativo são analisados pela comissão, que verifica se os textos são compatíveis com as disposições da Constituição e a boa técnica legislativa. Nessa seara, seu poder é terminativo: é capaz de barrar a tramitação de um projeto considerado inconsistente. A comissão também é sistematicamente acionada por parlamentares que enfrentam processos de cassação em análise no Conselho de Ética. Fazem parte da comissão, por exemplo, João Paulo Cunha e José Genoino, ambos do PT-SP e denunciados pelo Ministério Público (MP) como integrantes do esquema do mensalão.

Também integra a comissão o ex-senador, ex-presidente do INSS no governo Lula e hoje deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), denunciado pelo MP por suposto envolvimento na máfia das sanguessugas e, ainda, o ex-prefeito de São Paulo Maluf (PP-SP), que é processado pela suposta prática de crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

Até o presidente da comissão, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), é obrigado a dar recorrentes explicações por conta de irregularidades atribuídas no passado à empresa do pai, o deputado estadual Jorge Picciani, também do PMDB, presidente da Assembléia do Rio. A empresa Agrovás Agropecuária, cujo presidente era Jorge Picciani, foi multada pelo Ministério do Trabalho por prática de trabalho análogo ao de escravidão em cinco fazendas do grupo. Embora integrasse os quadros da empresa, Leonardo foi excluído do caso por não participar da administração.

A Agrovás ficou na lista suja, um cadastro do Ministério do Trabalho com as empresas flagradas fraudando leis trabalhistas. Após quitar as dívidas e não reincidir no crime deixou a lista governamental. Circula no Congresso a informação de que ele chegou a aventar a hipótese de renunciar à presidência da CCJ. Procurado pela reportagem, não retornou as ligações.

De todos os parlamentares com pendências ouvidos pelo Estado, apenas um admitiu ver conflito entre sua eventual situação de suspeição e o desempenho das funções como integrante da comissão. O ex-ministro do Desenvolvimento Agrário no governo FHC Raul Jungmann (PPS-PE), um dos mais aguerridos opositores do governo na Câmara, diz que ficará afastado da CCJ até que a ação por improbidade administrativa na qual é réu seja resolvida.

“Eu declinei do posto. Tenho certeza da minha inocência, mas acho uma incompatibilidade continuar na comissão enquanto houver essa ação”, explicou. Jungmann é acusado pelo MP de envolvimento em um esquema de desvio de verbas de propaganda no ministério que teria causado prejuízo de R$ 33 milhões. Ele diz acreditar que a ação seja extinta até abril.

“Qualquer cidadão brasileiro é inocente até que se prove o contrário”, diverge o deputado Geraldo Pudim (PMDB-RJ), recorrendo ao princípio constitucional da presunção da inocência, segundo o qual ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença. Integrante da bancada de apoio do ex-governador do Rio Anthony Garotinho, Pudim é acusado pelo Ministério Público Eleitoral de suposta compra de votos na eleição passada. Ele nega envolvimento com o caso.

Maluf não vê conflito. “Ninguém entende de lei neste país mais do que eu. São dez mil leis assinadas por mim”, diz. “São 40 anos de vida pública sem nenhuma condenação penal.”

“Fui legalmente e politicamente eleito para exercer o meu mandato na sua plenitude”, reage Genoino, afirmando que, no caso do mensalão, avalizou empréstimos legalmente concedidos ao PT. “A minha consciência não dói”, afirma o deputado Benedito de Lira (PP-AL), investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de envolvimento com a máfia das sanguessugas. Ele diz que foi confundido com o homônimo e ex-deputado Benedito Dias.

A CCJ tem importância estratégica e pode atravancar processos de cassação se os seus integrantes eventualmente atuarem com esse intuito. O ex-deputado José Dirceu (PT-SP) recorreu três vezes à CCJ, em vão, para anular o parecer do Conselho de Ética que recomendava sua cassação. Roberto Jefferson (PTB-RJ), também cassado por recomendação do conselho, apelou duas vezes, mas seus recursos também foram negados. O ex-deputado José Janene (PP-PR) conseguiu driblar o veredicto idêntico da CCJ, mediante sucessivas licenças médicas. Aposentou-se com salário de parlamentar.

José Mentor (PT-SP) diz que as normas já evitam situações de conflito: “O parlamentar é obrigado a se dar por impedido em qualquer assunto que o atinja.” Mentor figura em inquérito no STF que apura denúncia do doleiro Richard Andrew de Mol van Otterloo, que disse ter pagado R$ 300 mil ao deputado para que não incluísse seu nome no texto final da CPI do Banestado. Ele nega envolvimento e lembra que foi inocentado pela Câmara. Colaborou Silvia Amorim

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