Cume - Escalando Montanhas

31/01/2007

tyra banks_hilltop majestic

Arquivado em: Zona Musical — hilltop @ 04:13
  • modelomodelo modelo tyra banks
  • Hoje eu me peguei
    Pensando em você
    Te amo e nem sei como eu amo (coisas do amor)
    Quero não lembrar
    Que, ás vezes, sem querer
    Me apanho falando em você
    Lembranças de nós dois (retratos e canções)
    Um filme de amor
    Que nunca chega ao fim
    Quem sabe se você
    Ainda pensa em mim
    Te amo e nem sei como
    Eu amo
    Dói no coração
    Às vezes que eu lembrar
    Te amo e não quero te amar
    Quero não lembrar.
  • Veja imagem ampliada indo ao hyperlink   tyra banks_hilltop majestic_08   e a seguir prima em "ingressar".
  • Ouça o aniversariante maestro Antônio Carlos Jobim indo aos hyperlinks:
  • Água de Beber_tom Jobim
  • Tamba Trio_água de beber_ jobim
  • Quarteto Jobim_Morelenbaum_água de beber

teologia de bush

Arquivado em: Artigos — hilltop @ 02:18

Bush e sua teologia: cruzado ou aiatolá? - 07.01.07 - Editado no jornal Tribuna da Imprensa - Por Argemiro Ferreira - Enquanto o presidente  Presidente dos EUA  Bush espera o momento de definir, na próxima semana, o futuro de sua guerra no Iraque, os americanos deviam refletir sobre a aventura à qual foram arrastados por ele. Muitos dos que apoiaram a decisão no primeiro momento, enganados pela retórica oficial, hoje não escondem a dúvida. O que vai à cabeça do presidente? A causa religiosa teve algo a ver com a lambança? Com base no que o próprio Bush tem dito inclusive ao autor do livro "Plan of attack", Bob Woodward, parecia clara a obsessão dele com o Iraque - como se o presidente fosse um cruzado cristão empenhado em derrotar muçulmanos infiéis. Certa vez, ao analisar uma entrevista do presidente, o colunista Richard Cohen, do "Washington Post", não hesitou em defini-lo: "É o próprio aiatolá da América”. Um ano depois de lançada a guerra, as tropas americanas, em prazo de apenas duas semanas, já sofriam mais baixas (uns 100 mortos) do que em qualquer mês desde a invasão. A aventura bushista revelara-se claramente um desastre. Como não reconhecia o erro, alguns concluíram que achava estar fazendo "a vontade de Deus", cumprindo uma "missão". Ele até disse numa entrevista ter sido "convocado". Veja o texto completo indo a "páginas".

30/01/2007

a origem da vida (1)

Arquivado em: Textos Especiais — hilltop @ 00:01

A Origem da Vida - Autores: Armênio Uzunian, Dan Edésio Pinseta, Sezar Sasson - I - origem da vida  A Idéia da Geração Espontânea - Lixo gera moscas? - Uma idéia bastante antiga, dos tempos de Aristóteles, é a de que seres vivos podem surgir por geração espontânea. Apesar de se conhecer o papel da reprodução, admitia-se que certos organismos vivos pudessem surgir espontaneamente da matéria bruta. Observações do cotidiano mostravam, por exemplo, que larvas de moscas apareciam no meio do lixo e que poças de lama podiam exibir pequenos animais. A conclusão a que se chegava era a de que o lixo e a lama haviam gerado diretamente os organismos. Reconhecia-se, no entanto, que nem toda matéria bruta podia gerar vida. Assim, de um pedaço de ferro ou de pedra não surgia vida; mas um pedaço de carne, uma porção de lama ou uma poça de água eram capazes de gerar vida. Explicava-se esta diferença entre diversos materiais brutos alegando-se a necessidade de um “princípio ativo” que não estaria presente em qualquer matéria bruta, mas cuja presença seria necessária para haver geração espontânea. O princípio ativo não era considerado algo concreto, mas uma capacidade ou potencialidade de gerar vida. As idéias sobre geração espontânea perduraram por um tempo muito longo, apesar de sua forma original ter evoluído aos poucos; ainda nos meados do século passado, havia numerosos partidários dessa teoria, definitivamente destruída pelos trabalhos de Pasteur. (veja o texto completo indo a "páginas").

29/01/2007

jane march_hilltop nymph

Arquivado em: Zona Musical, One Sweet Day — hilltop @ 02:52
  • actress of the in the loveractress of the in the loveractress of the in the loverjane march
  • E as estrelas dão um sinalHoje eu sei / Eu te amei / No vento de um temporal / Mas fui mais / Muito além / Do tempo do vendaval / Nos desejos / Num beijo / Que eu jamais provei igual / Se eu não te amasse tanto assim / Talvez / perdesse os sonhos / Dentro de mim / E vivesse na escuridão / Se eu não te amasse tanto assim / Talvez não visse flores / Por onde eu vim / Dentro do meu coração. Veja imagem ampliada indo ao hyperlink  jane march_hilltop nymph_07   e a seguir prima em"ingressar".
Ouça o aniversariante maestro antônio carlos jobim indo aos hyperlinks: 

tolerância

Arquivado em: Artigos — hilltop @ 02:39

Tolerância Zero - Editado no Blog do Diego - por Denis Rosenfield, filósofo - No mundo político, o Brasil tem dado mostras de que o crime compensa. Os dois últimos anos foram pródigos de fatos que mostraram o quanto os recursos públicos são indevidamente desviados para finalidades privadas ou partidárias, num claro descaso com aquilo que consideramos – ou deveríamos considerar – como a “coisa pública”. Neste sentido, as eleições vieram a corroborar um anestesiamento da opinião pública, na medida em que, por exemplo, partidos ou políticos comprometidos com a corrupção foram agraciados com o voto popular. Criou-se um clima de que tudo vale. Ora, esse clima é a tradução de um estado de espírito muito mais generalizado, que termina envolvendo o cidadão em todos os seus atos cotidianos, do atirar um papel na rua à tolerância com invasões de propriedades, passando pelos pequenos furtos. Quando uma sociedade já não mais cobra de suas autoridades o devido respeito à lei, ela enfraquece as suas próprias instituições. A impunidade não concerne apenas aos grandes crimes, mas ela começa nos pequenos. O exemplo de que a transgressão da lei é permitida termina “educando” a população no desrespeito à lei. O aprendizado das regras de sociabilidade se faz desde a mais tenra idade e abarca todo um conjunto de atividades no qual os indivíduos entram em relação entre si. Observar um sinal de trânsito é uma dessas regras em que pessoas preservam a sua própria vida e os seus bens, assim como dos demais cidadãos, ao seguirem o que é estipulado pela lei. Isto pode parecer bastante anódino, mas é essencial do ponto de vista da sociabilidade humana. Basta pensarmos no que aconteceria se todos não obedecessem aos sinais de trânsito. Teríamos o caos generalizado, com situações explosivas de violência. Ou ainda, pense-se no simples ato de atirarmos lixo indiscriminadamente na rua. Se todos assim o fizessem, a cidade ou cidades em questão tornar-se-iam um imenso depósito de lixo, com danos à saúde e à estética. É suficiente generalizarmos uma ação individual para que possamos melhor avaliar a validade ou não de uma ação desde uma perspectiva coletiva. Veja o texto completo indo a "páginas".

28/01/2007

beyoncé_hilltop goddess

Arquivado em: Zona Musical, One Sweet Day — hilltop @ 19:32

Cantora de hip hop beyoncé knowels

Letra de música de Beyonce: Composição: Beyonce/gubel Tradução - BABY BOY - by GUBEL - Baby Boy, / você permanece na minha mente / Está em minhas fantasias / Eu só consigo pensar em você / E vejo você nos meus sonhos / Baby Boy, nem um dia passo / Sem  pensar em você / Pois só consigo pensar em você / E vejo Você nos meus sonhos. / Aah ooh… / Meu amor é sagaz, baby oh! / Yes, no! Você me machuca assim, baby oh! / Estou completamente envolvida no seu amor, /  deixe-me ir / Deixe-me respirar, / sair um pouco dessas fantasias / Baby Boy, / você permanece na minha mente / Está em minhas fantasias / Eu só consigo pensar em você / E vejo você nos meus sonhos. / Baby Boy, / nem um dia passo / Sem eu pensar em você, / Pois só consigo pensar em você / E vejo você nos meus sonhos.

Ouça o aniversariante maestro Antônio Carlos Jobim indo aos hyperlinks:

Carta ao Tom_ToqEvinicius_Jobim

Chega de Saudades_Rosa Passos_Jobim

StanGetz_chega de saudade_Jobim

 

um tiro no futuro (1)

Arquivado em: Textos Especiais — hilltop @ 17:38

Um Tiro no Futuro - Especial - Revista Carta Capital - 28.01.07 - por Phydia de Athayde - Editado no blog do Noblat - Novos levantamentos sobre a vitimização de jovens brasileiros indicam que uma geração inteira está sendo aniquilada. A sociedade paga, e pagará, por isso. Nas últimas semanas, o Brasil teve chance de ficar a par dos mais recentes números sobre a mortalidade de jovens no País. Alguns levantamentos foram anunciados com pouco alarde, outros sem nenhum, enquanto um olhar atento a essas estatísticas leva a pelo menos três conclusões alarmantes. A primeira: conquistas com a redução da taxa de mortalidade infantil nas últimas duas décadas possa se anular pelo crescimento de 306% nas taxas de homicídios de jovens até 19 anos. A segunda: a perda de jovens no Brasil deixou de ser um problema de segurança pública para tornar-se questão de saúde pública. A terceira: nossa taxa de mortes por arma de fogo é de 43,1 por 100 mil jovens entre 15 e 24 anos. Em um ranking mundial desse tipo de morte, o Brasil ocuparia o primeiro lugar. Por trás de números alarmantes, evidentemente, está a brutal desigualdade social e a vergonhosa distribuição de renda que mantêm o País dividido. Uma minoria escapa dessas estatísticas enquanto milhares de jovens, parte da massa dos menos privilegiados, são aniquilados. Esses, essencialmente pobres e moradores das periferias, quase sempre negros.

No diálogo a seguir, um jovem dentro desse perfil conta um pouco de sua história:

– Como você entrou no tráfico?

– Comecei aos 12 anos. A polícia invadiu minha casa sem mandado de busca, cismou que era um lugar suspeito. Botou minha irmã e minha mãe peladas, todo mundo pelado, e me bateu na frente da minha família. Aquilo e várias outras coisas que eu ouvia de meus amigos, um foi preso sem ter nada a ver com o tráfico, me deixaram revoltado.

– O que o fez permanecer? (Veja o texto completo indo a Páginas ou clique no hyperlink a seguir: Um tiro no futuro — CartaCapital ).

Arquivado em: Notícias — hilltop @ 05:02
logomarca logomarca da copa de 2010
Copa do Mundo atrasa construção de hospitais na África - Copa de 2010 será a primeira a acontecer em solo africano - A construção de dois hospitais na África do Sul foi suspensa para ajudar a pagar as contas da Copa do Mundo que o país hospedará em 2010.Dois hospitais em Northern Cape foram avisados que a construção de novos edifícios foi adiada por um ano por causa da necessidade que o governo teve de desviar recursos não previstos inicialmente para a construção de estádios. Veja a notícia completa noticiada pela BBC indo ao hyperlink BBCBrasil.com | Reporter BBC | Copa do Mundo atrasa construção de hospitais na África

shakira_hilltop muse

Arquivado em: One Sweet Day — hilltop @ 04:02

shakirashakira cantora shakira

As nossas carícias /  Aquelas que aprendemos juntos /   No nosso caminho, ficaram perdidas /  Carentes de memória /  De abraços e beijos, de olhares sinceros /  Fomos deixando tudo  para traz /  Não temos tempo pra esses desencontros /  E não há mais espaço pra arrependimentos /  O orgulho é ruim, vem, fica perto de mim /  O dia do nosso amor /  Tem que ser todo dia /  Com calor e alegria /  E que seja assim até o fim /  O amor /  Não vai ter tempestade /  Vai ter sol à vontade /  E arder pra sempre nossa paixão. Veja imagem ampliada indo ao hyperlink  shakira_hilltop muse_08   e a seguir prima em "ingressar".

Ouça o aniversariante maestro Tom Jobim indo aos hyperlinks:

Ella Fitzgerald_A Felicidade_Jobim

Outra Vez_Eliz Cardoso_Jobim

Zimbo Trio_outra vez_jobim

 

27/01/2007

tom jobim

Arquivado em: Zona Musical, Forward for your love — hilltop @ 02:39

Continuando… Outro especial com  maestro  Tom Jobim para a televisão o esperava no início do ano seguinte: “Tom & Milton”, produzido para a Bandeirantes, com Milton Nascimento. As câmeras não o deixavam em paz. Nos últimos dias de janeiro, participara de um documentário de Rodolfo (Dodô) Brandão com mais três ilustres Antonios: o crítico literário Antonio Candido, o escritor Antônio Callado e o lexicógrafo e acadêmico Antônio Houaiss — justamente intitulado “Três Antônios e Um Jobim”. Em favor de Callado, a quem muito admirava, desistiria de concorrer, oito meses depois, à cadeira nº 8 da Academia Brasileira de Letras, que pertencera a Austregésilo de Athayde. E a ABL passou a ter, pelo menos, dois Antônios (Houaiss e Callado) e nenhum Jobim. Seu único silogeu continuou sendo a Academia Nacional de Música Popular Americana, a que pertencia desde 1990. OuçaJobim indo aos hyperlinks a seguir:

A felicidade_AgosSantos_Jobim

Tom Jobim_A felicidade

nara leão_a felicidade_jobim

 

 

 

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