Cume – Escalando Montanhas

31/12/2006

resseguros

Arquivar em: Do Editor, Textos Especiais — hilltop @ 23:26

imagem sobre Resseguros, A Grande Farsa

"O Capital estrangeiro está no aguardo da abertura do mercado de resseguro brasileiro para sorver nossa poupança interna gerada pelo seguro, tão necessária ao desenvolvimento auto-sustentado da Nação". Essa menção é do engenheiro irbiário  engenheiro Nílzon de Souza Spínola que nos enviou texto atinente ao rompimento do modelo IRB-Instituto de Resseguros do Brasil e, adiante assegura, assinalando o parágrafo 1º do art. 11 do PLP-249/05, que se "configura com clareza meridiana a natureza servil ao estabelecer a hegemonia do capital externo no controle do Sistema, assegurando-lhe a participação superior a 60% da cessão aos resseguradores admitidos ou eventuais, ou quem sabe: cessão da ordem de 100%. Nega-se a soberania, enquanto somos sabedores de que nos países ricos e que já têm uma receita da ordem de 8% do PIB no Sistema, se trata de um dos instrumentos ao desenvolvimento auto-sustentado da Nação".

'A China sofre grande pressão, e sabiamente responde que se trata de questões de “interpretação”, inclusive sobre o que é a barreira comercial. Mas, com limpidez, no parágrafo 1º do art. 11º, ao se estabelecer o LIMITE MÁXIMO DE 40% após o 6º ano para os resseguradores locais, está-se claramente ratificando objetos de privilégio ao Capital Externo, garantindo-lhe participação superior a 60%. Configura-se, portanto, uma engenharia financeira servil onde os interesses externos se sobrepõem aos interesses nacionais. Nega-se a soberania'. Veja o texto completo e anexos indo a "páginas: coluna que fica à direita da página deste blog e prima in 'resseguros'.

 

 

feliz mundo novo

Arquivar em: Notícias — hilltop @ 20:02
Feliz Mundo Novo – A edição especial de VEJA – é uma combinação de olhares sobre o ano que passou com uma reflexão sobre o futuro próximo. É ao mesmo tempo uma retrospectiva e uma perspectiva.
  • RETROSPECTIVA

Brasil

• O fantasma – Delúbio Soares, o homem que segurava a cigarrilha  lula-lá  do presidente Lula e jamais abriu a boca para contar a verdade.

• A dança –    ballerinaballerinaballerina  A deputada Angela Guadagnin (PT-SP) festejou a absolvição de um petista mensaleiro com um rebolado no Congresso.

• O dinheiro – A foto que apareceu no dia 29 de setembro na internet mostrava o   dinheiro 1,7 milhão de reais com que petistas pretendiam pagar um dossiê contra tucanos.

• Tragédia no ar – O maior acidente da história da aviação brasileira ocorreu no dia 29 de setembro. O Boeing da Gol se chocou no ar com um Legacy.

• O horror – Em maio, a facção criminosa PCC promoveu uma rebelião simultânea em 70 presídios e deflagrou uma onda de terror na cidade de São Paulo.

Internacional

• Chora, Bush – Foi um ano horroroso para o presidente dos EUA, George W. Bush. O prestígio dele desabou e o Partido Republicano levou uma sova nas urnas. (Veja o texto completo indo a "páginas").

feliz ano novo

Arquivar em: Forward for your love, Zona Musical — hilltop @ 19:51

Feliz Ano Novo!

Vamos celebrar o Ano Novo ouvindo boa música. Brindamos nossos visitantes com um elenco de belas interpretações. Cliquem nos hyperlinks e deliciem-se. A seguir:

'Lacrymosa', do CD do Evanesce

'Rocks' – Caetano Veloso

'Love song' – Chrissie Hynde

'Antitelejornal', Skank

 

 

 

 

os fatos

Arquivar em: Artigos — hilltop @ 19:31

Os fatos falarão, mesmo que fiquemos calados22.12.06 – por Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa, no Blog do Noblat  -Editado no Blog do Diego – “Res loquentur nobis tacentibus” –  (Sêneca, De Beneficiis 2.11.6). (Os fatos falarão, mesmo que fiquemos calados) - Desde o dia em que o deputado Inocêncio de Oliveira deitou latim para comemorar o agrado que a Mesa da Câmara fazia aos seus, bradando “Habemus aumento!”, não me sai da cabeça o presente que recebi do Antonio Romane, amigo virtual que devo ao Blog do Noblat.  não ànão à  O Romane, que sabe tudo sobre palavras, me forneceu o endereço de uma verdadeira Caverna do Ali Babá em matéria de provérbios e citações em várias línguas. Inclusive latim. Daí tirei o título que uso hoje, para comemorar com vocês a volta do parafuso: a prova inconteste que, ao contrário do que certas autoridades andaram comemorando, a opinião pública é forte e não desapareceu sob os escombros políticos dos últimos anos. As notícias correm, se espalham, permeiam a sociedade, naquilo que os americanos chamam de ‘grapevine’, gíria para comunicação boca a boca, rumores que se propagam com o vento. O maior formador de opinião é o próprio povo e disso se esqueceram nossas autoridades. Veja o texto co9mpleto indo a "páginas".

o recuo

Arquivar em: Artigos — hilltop @ 19:21

O recuo do Congresso e o desenvolvimento – 24.12.06 – Maílson da Nóbrega   mailson da  – O recuo do Congresso na decisão de duplicar os seus subsídios é a mais recente conquista da opinião pública, que certamente influenciou o julgamento do STF, contrário à forma utilizada pelos parlamentares. O adiamento do assunto para a próxima legislatura foi apenas o caminho para salvar a face. O desfecho tem a ver com o desenvolvimento do País. Essa conclusão vale apenas para quem, como eu, acredito que o desenvolvimento sustentável do Brasil depende doravante da conjugação da democracia com uma economia orientada pelo mercado. Ela não faz sentido para quem ainda crê no Estado desenvolvimentista e na ação voluntarista sobre os juros e o câmbio. O desenvolvimento é um fenômeno complexo. O investimento, a tecnologia, a educação e os ganhos de produtividade são suas principais molas. Reunir esses fatores de forma satisfatória depende das instituições, nestas incluídas as crenças da sociedade. No Brasil, as instituições costumam ser vistas apenas pelo ângulo político, mas elas são muito mais do que isso. Instituições, segundo Douglass North, são as regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana e estruturam incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Os países ricos, sem exceção, devem seu êxito em grande parte às instituições. Discute-se hoje se elas foram criadas porque existiam certas precondições – como uma população bem educada – ou se o enriquecimento teria decorrido da evolução institucional. Veja o texto completo indo a "páginas".

comprou o brasil

Arquivar em: Artigos — hilltop @ 19:10

Lula comprou o Brasil -07.06.06 – Demóstenes Torres – Há um ano o governo Lula conhecia a beira do precipício. A denúncia mais grave era a aquisição da base parlamentar.  moneybag  O escândalo ganhou elementos novos e produziu uma crise continuada que nem o carnaval conseguiu apagar. Quando parecia que havia chegado ao fim, Lula deu a volta por cima não com um pedido de desculpas, o que seria curial em um país cristão. Fez o contrário e decidiu ampliar o pecado. Já que a oposição não era tão oposição assim e a perplexidade da Nação não foi às ruas protestar, o presidente resolveu estender o mensalão para grande parte do País. Lula passa muito bem depois de praticamente ter comprado o Brasil. A exceção foram alguns órgãos da grande imprensa, que preferiram a independência editorial. O bombardeio de exposição publicitária do governo foi positivo, é claro, mas não explica tudo. Grande parte da recobrada popularidade do presidente se deve ao varejão intenso patrocinado pelo poder central. Lula fez aquisições políticas em todos os setores da sociedade. Na maioria dos casos, comprou o silêncio e a omissão para que pudesse sustentar a desfaçatez e deixar que o tempo se encarregasse de dissipar o escândalo. Muitos perguntam: onde está a indignação? A resposta está, infelizmente, na assertiva de que o dinheiro público compra simpatia. A primeira grande aquisição foram os parlamentares e, no final das contas, o mensalão saiu barato a se considerar os R$ 41 bilhões despendidos a mais no orçamento de 2005, um aumento no gasto público de 12%. Afinal, houve deputado que custou R$ 20 mil. O grande balcão de negócios foi o Bolsa-Família. Por intermédio da sinecura encarregada de gerar renda extra Lula angariou base popular sólida. Não resolveu o problema da fome, não criou mecanismos para diminuir a pobreza, mas reuniu um exército de 8 milhões de famílias dependentes da caridade estatal. Deu certo e o governo comemora o fastio de popularidade. Veja o texto completo indo a "páginas".

ditadura populista

Arquivar em: Artigos — hilltop @ 18:58

lula e o presidente e o vice

Ditadura populista à mão – 23.12.06 – por Mauro Chaves, no Estadão -  Editado no Blog do Diego – Como se explicam os inacreditáveis resultados das mais recentes pesquisas de opinião sobre avaliação do governo Lula, uma (Datafolha) considerando Luiz Inácio Lula da Silva o melhor presidente da República que já houve na História do Brasil e a outra (CNI/Sensus) detectando um aumento substancial da porcentagem de aprovação do governo desde a reeleição? Teria a população brasileira enlouquecido de vez? Enxergou ela – com todo o imbróglio que tem significado o processo de cooptação partidária para a montagem da base de apoio parlamentar do governo, com todo o loteamento de cargos para a decomposição, digo, recomposição das equipes ministeriais, atendendo aos mais variados apetites fisiológicos da súcia política, com toda a paralisia administrativa e a incapacidade gestora sintetizada, tragicamente, no apagão aéreo – algum crescimento na atuação do chefe de Estado e de governo, enquanto em termos de crescimento o Brasil só continua orgulhosamente à frente do Haiti? Veja o texto completo indo a "páginas".

não vai faltar

Arquivar em: Entrevistas, Textos Especiais — hilltop @ 17:42

Alexandre Silva – Prtesidente da GE Alexandre Silva  -afirma que "Dinheiro privado não vai faltar" – Editado in IstoÉ Online-Dinheiro – Entrevista – Novo presidente da Câmara Americana de Comércio diz que há, no mundo, recursos de sobra para apoiar o crescimento do Brasil. Basta criar condições para que este investimento aconteça – Pelo jornalista Alexandre Teixeira – Pouco antes de assumir a presidência da Câmara Americana de Comércio, no mês passado, o presidente da GE no Brasil, Alexandre Silva, fez visitas de trabalho à China e à Índia. Ficou impressionado, como costuma acontecer, com a magnitude dos investimentos em infra-estrutura e em educação. E teve um insight que resume bem a diferença entre os dois gigantes asiáticos e seus concorrentes no mundo emergente – Brasil incluído. “Esses países, de forma pragmática, decidiram estrategicamente crescer”, diz. Resulta dessa decisão, entre outras coisas, o estabelecimento de parcerias “íntimas” com os Estados Unidos, que, no entender de Silva, não vêem recebendo a devida atenção da diplomacia brasileira. Nesta entrevista à DINHEIRO, Silva diz que o Brasil tem, sim, condições de crescer a 5% ao ano (ainda que dificilmente no ano que vem) e avisa que “dinheiro privado não vai ser problema”. Mas adverte: a economia brasileira ainda é fechada e, ao contrário de México e Chile, o País não tem investido em acordos de livre comércio capazes de lhe abrir novos mercados. “O que não dá é para ficar parado, esperando o bonde passar.”

DINHEIRO – Logo que assumiu a presidência da Câmara Americana, o Sr. publicou um artigo no qual diz que o Brasil tem, sim, condições de voltar a crescer a 5% ao ano. Isso já vale para 2007? ( Veja a entrevista completa indo a "páginas").

endomarketing (1)

Arquivar em: Textos Especiais — hilltop @ 00:54

Utilização do Endomarketing como recurso estratégico para melhoria da produtividade. Por: José Geraldo Gaurink Dias – Endomarketing, cultura organizacional, comunicação empresarial, globalização. Os tempos estão cada vez mais difíceis. A competição acirrada aliada à Globalização obriga as empresas a tomar decisões rápidas, porém, nem sempre adequadas. Uma das primeiras medidas que algumas empresas tomam é diminuir o gasto em treinamento e desenvolvimento esperando retorná-los mais tarde, quando as coisas começarem a melhorar. Porém, a lição de casa precisa ser feita, e a empresa que implanta uma base de valores sólida e consistente consegue manter os empregados e ainda sair na frente dos concorrentes.

  • Como fazer isso?

Bem, vamos começar com uma definição simples do Endomarketing. – “… ações de Marketing para o público interno – FUNCIONÁRIOS – das empresas e organizações” (Bekin, 1995: XVII). O grande desafio do Endomarketing é proporcionar aos empregados uma condição de aplicação de valores como: transparência, empatia, afetividade, comprometimento e cooperação, transformando esses valores em crescimento e desenvolvimento dos empregados, e conseqüentemente,cifrãocifrão em ganhos de produtividade. Avaliando grandes empresas que implantaram o processo de Endomarketing (mesmo implantando parte do processo), observamos que os ganhos de produtividade foram enormes. Basta verificar no “Guia das melhores empresas do Brasil para você trabalhar”, da Revista Exame. Comparando os dados atuais das empresas com os dados de anos anteriores, podemos identificar grandes mudanças, mas, se verificarmos com mais profundidade e acompanharmos as empresas, notaremos o quê realmente mudou.(Veja o texto completo indo a "páginas").

a trava

Arquivar em: Artigos — hilltop @ 00:05

A suprema trava – Editado in Revista Veja 39/48 06.12.06 – Roberto Pompeu de Toledo – Um caso para pensar e um lembrete: se o presidente quer destravar, o que emperra mesmo é o mau ensino – Se o leitor acreditou na história de prioridade para a educação, alardeada durante a campanha eleitoral por candidatos diversos aos mais diferentes cargos, agora já descobriu: era tudo mentirinha. Ou melhor: houve uma única e nobre exceção – o senador Cristovam Buarque. Este acredita mesmo que a escolha é ou educação ou morte e, com base nessa crença, fez a mais digna das campanhas presidenciais da temporada. Quanto aos outros, a "prioridade da educação" pode ser medida pela rapidez com que o tema foi varrido do mapa. Os políticos dedicam-se no momento a politicar em torno das mesas do Congresso e da formação do ministério. Os economistas, a economistar em torno de desenvolvimentismo, mercado, juros e similares. O presidente Lula, a proclamar a intenção de "destravar o país" – sendo que destravar, para ele, diz respeito exclusivamente à economia. Veja o texto completo indo a "páginas".

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