resseguros
Resseguros, A Grande Farsa
"O Capital estrangeiro está no aguardo da abertura do mercado de resseguro brasileiro para sorver nossa poupança interna gerada pelo seguro, tão necessária ao desenvolvimento auto-sustentado da Nação". Essa menção é do engenheiro irbiário Nílzon de Souza Spínola que nos enviou texto atinente ao rompimento do modelo IRB-Instituto de Resseguros do Brasil e, adiante assegura, assinalando o parágrafo 1º do art. 11 do PLP-249/05, que se "configura com clareza meridiana a natureza servil ao estabelecer a hegemonia do capital externo no controle do Sistema, assegurando-lhe a participação superior a 60% da cessão aos resseguradores admitidos ou eventuais, ou quem sabe: cessão da ordem de 100%. Nega-se a soberania, enquanto somos sabedores de que nos países ricos e que já têm uma receita da ordem de 8% do PIB no Sistema, se trata de um dos instrumentos ao desenvolvimento auto-sustentado da Nação".
'A China sofre grande pressão, e sabiamente responde que se trata de questões de “interpretação”, inclusive sobre o que é a barreira comercial. Mas, com limpidez, no parágrafo 1º do art. 11º, ao se estabelecer o LIMITE MÁXIMO DE 40% após o 6º ano para os resseguradores locais, está-se claramente ratificando objetos de privilégio ao Capital Externo, garantindo-lhe participação superior a 60%. Configura-se, portanto, uma engenharia financeira servil onde os interesses externos se sobrepõem aos interesses nacionais. Nega-se a soberania'. Veja o texto completo e anexos indo a "páginas: coluna que fica à direita da página deste blog e prima in 'resseguros'.
do presidente Lula e jamais abriu a boca para contar a verdade.
1,7 milhão de reais com que petistas pretendiam pagar um dossiê contra tucanos.
– O recuo do Congresso na decisão de duplicar os seus subsídios é a mais recente conquista da opinião pública, que certamente influenciou o julgamento do STF, contrário à forma utilizada pelos parlamentares. O adiamento do assunto para a próxima legislatura foi apenas o caminho para salvar a face. O desfecho tem a ver com o desenvolvimento do País. Essa conclusão vale apenas para quem, como eu, acredito que o desenvolvimento sustentável do Brasil depende doravante da conjugação da democracia com uma economia orientada pelo mercado. Ela não faz sentido para quem ainda crê no Estado desenvolvimentista e na ação voluntarista sobre os juros e o câmbio. O desenvolvimento é um fenômeno complexo. O investimento, a tecnologia, a educação e os ganhos de produtividade são suas principais molas. Reunir esses fatores de forma satisfatória depende das instituições, nestas incluídas as crenças da sociedade. No Brasil, as instituições costumam ser vistas apenas pelo ângulo político, mas elas são muito mais do que isso. Instituições, segundo Douglass North, são as regras do jogo, formais e informais. Constituem as restrições que moldam a interação humana e estruturam incentivos para ações de natureza política, social ou econômica. Os países ricos, sem exceção, devem seu êxito em grande parte às instituições. Discute-se hoje se elas foram criadas porque existiam certas precondições – como uma população bem educada – ou se o enriquecimento teria decorrido da evolução institucional. Veja o texto completo indo a "páginas".
O escândalo ganhou elementos novos e produziu uma crise continuada que nem o carnaval conseguiu apagar. Quando parecia que havia chegado ao fim, Lula deu a volta por cima não com um pedido de desculpas, o que seria curial em um país cristão. Fez o contrário e decidiu ampliar o pecado. Já que a oposição não era tão oposição assim e a perplexidade da Nação não foi às ruas protestar, o presidente resolveu estender o mensalão para grande parte do País. Lula passa muito bem depois de praticamente ter comprado o Brasil. A exceção foram alguns órgãos da grande imprensa, que preferiram a independência editorial. O bombardeio de exposição publicitária do governo foi positivo, é claro, mas não explica tudo. Grande parte da recobrada popularidade do presidente se deve ao varejão intenso patrocinado pelo poder central. Lula fez aquisições políticas em todos os setores da sociedade. Na maioria dos casos, comprou o silêncio e a omissão para que pudesse sustentar a desfaçatez e deixar que o tempo se encarregasse de dissipar o escândalo. Muitos perguntam: onde está a indignação? A resposta está, infelizmente, na assertiva de que o dinheiro público compra simpatia. A primeira grande aquisição foram os parlamentares e, no final das contas, o mensalão saiu barato a se considerar os R$ 41 bilhões despendidos a mais no orçamento de 2005, um aumento no gasto público de 12%. Afinal, houve deputado que custou R$ 20 mil. O grande balcão de negócios foi o Bolsa-Família. Por intermédio da sinecura encarregada de gerar renda extra Lula angariou base popular sólida. Não resolveu o problema da fome, não criou mecanismos para diminuir a pobreza, mas reuniu um exército de 8 milhões de famílias dependentes da caridade estatal. Deu certo e o governo comemora o fastio de popularidade. Veja o texto completo indo a "páginas".
o presidente e o vice
-afirma que "Dinheiro privado não vai faltar" – Editado in IstoÉ Online-Dinheiro – Entrevista – Novo presidente da Câmara Americana de Comércio diz que há, no mundo, recursos de sobra para apoiar o crescimento do Brasil. Basta criar condições para que este investimento aconteça – Pelo jornalista Alexandre Teixeira – Pouco antes de assumir a presidência da Câmara Americana de Comércio, no mês passado, o presidente da GE no Brasil, Alexandre Silva, fez visitas de trabalho à China e à Índia. Ficou impressionado, como costuma acontecer, com a magnitude dos investimentos em infra-estrutura e em educação. E teve um insight que resume bem a diferença entre os dois gigantes asiáticos e seus concorrentes no mundo emergente – Brasil incluído. “Esses países, de forma pragmática, decidiram estrategicamente crescer”, diz. Resulta dessa decisão, entre outras coisas, o estabelecimento de parcerias “íntimas” com os Estados Unidos, que, no entender de Silva, não vêem recebendo a devida atenção da diplomacia brasileira. Nesta entrevista à DINHEIRO, Silva diz que o Brasil tem, sim, condições de crescer a 5% ao ano (ainda que dificilmente no ano que vem) e avisa que “dinheiro privado não vai ser problema”. Mas adverte: a economia brasileira ainda é fechada e, ao contrário de México e Chile, o País não tem investido em acordos de livre comércio capazes de lhe abrir novos mercados. “O que não dá é para ficar parado, esperando o bonde passar.”