progresso evolutivo
De Volta ao Gênesis – Richard Dawkins, excerto do livro The Ancestor's Tale – Publicado em The Guardian – É uma presunção depois de o fato enxergar a evolução dirigida a algum ponto final particular, como nós mesmos. Uma andorinha com interesse em história, compreensivelmente orgulhosa do vôo como evidentemente a maior realização da vida, poderia considerar a espécie das andorinhas – essas máquinas voadoras espetaculares com suas asas voltadas para trás, que ficam no ar durante um ano inteiro e até mesmo copulam em vôo livre – como o ápice do progresso evolutivo. Se elefantes pudessem escrever história eles poderiam retratar antas, musaranhos-elefante, focas-elefante e macacos probóscides [NT: todos os animais com espécies de trombas] como candidatos novatos ao longo da estrada no tronco principal da evolução, dando seus primeiros passos desajeitados, mas cada um deles – por alguma razão – nunca tendo sucesso completo: tão próximos, mas tão longe. Astrônomos elefantes poderiam desejar saber se, em algum outro mundo, existiriam formas de vida alienígenas que cruzaram o rubicão nasal e deram o pulo final à proboscitude plena. Nós não somos nem andorinhas nem elefantes, nós somos pessoas. Enquanto vagamos em imaginação por alguma era geológica morta há muito, é humanamente natural reservar um afeto e curiosidade especiais a espécies, do contrário ordinárias, que naquela paisagem antiga sejam nossas antepassadas (é estranhamente pouco familiar o pensamento de que sempre há uma espécie que seja nossa ancestral). É difícil negar nossa tentação humana de ver essa espécie como "na linha principal" da evolução, as outras como um elenco coadjuvante, de passagem, com aparições figurantes. Sem sucumbir a esse erro, há um modo de indulgir em um humanocentrismo legítimo e respeitando o decoro histórico. Esse modo é refazer nossa história de trás para frente. Veja o texto completo indo a "páginas".
louis armstrong
mordida, a jornalista também fez juramento petista, na Folha de S. Paulo. Mas imaginem uma situação como essa em um bar do Pelourinho ou do Farol da Barra. Mesmo na Praia da Boa Viagem, de Recife, ou de Atalaia, na também nordestina Aracaju. Qual seria o tamanho da repercussão, se comparada com a aparente cortina de silêncio jogada pela mídia em geral sobre esta cena carioca, em período de tanta virulência política e sandices preconceituosas e moralismo de fachada, capazes de deixar no chinelo os velhos tempos da UDN. Na verdade, este e outro fatos, fotografias e falas de personagens políticos nos dias decisivos – desesperantes para alguns – que antecedem a votação nacional de 29 de outubro me fizeram recordar do filme "Nau dos Insensatos", de Stanley Kramer, uma realização em preto e branco lançada em janeiro de 1965, mas que vi empolgado pela primeira vez no Cine Liceu, de Salvador, em 66, começo dos anos loucos no Brasil. Veja o texto completo indo a "páginas".
A impunidade tem sido a tônica até em casos de condenação, porque a Justiça permite que o réu recorra da sentença em liberdade. Fica uma impressão forte, também, de uso da Polícia Federal como instrumento de propaganda eleitoral. Lula usou insistentemente na TV os grandes triunfos da PF, os quais vemos agora, não eram verdadeiros. A prisão de diretores de grandes empresas como a Daslu e a Schincariol, sem qualquer base jurídica, só serviu como marketing da PF e do governo. Os presos foram soltos em poucos dias. Veja a seguir, “indo a páginas”, um elenco de ocorrências de impunidades existentes aqui no Brasil.
Vem correndo pros meus braços / Eu te peço, por favor / Não consigo ficar longe / Do seu colinho / Meu amor / Não vai adiantar fugir / Nosso destino Deus traçou / Vamos amar e permitir / Meu bem, o que passou, passou / Vem, estou esperando você / Pra gente fazer auê / Tome conta de mim do seu lado / Manda ver / Amar sem medo de ser feliz / Deixa o coração pedir bis / E quando Eva passar / Amor, vem correndo / Me amar. Veja outra imagem (ampliada) indo ao hyperlink 
